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	<title>Viajar na Administração Livre</title>
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	<description>Informativo</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 15:51:07 +0000</pubDate>
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		<title>Os benefícios que o networking proporciona à carreira </title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 15:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>

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 Patrícia Bispo
Na Era da Globalização as informações chegam às pessoas em um ritmo cada vez mais acelerado. Essa realidade não causa apenas impacto nas organizações, onde ações estratégicas podem ser tomadas com base em fatos que aconteceram no outro extremo do planeta. O dia-a-dia mostra que as pessoas também estão diretamente envolvidas nesse contexto [...]]]></description>
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<p>Na Era da Globalização as informações chegam às pessoas em um ritmo cada vez mais acelerado. Essa realidade não causa apenas impacto nas organizações, onde ações estratégicas podem ser tomadas com base em fatos que aconteceram no outro extremo do planeta. O dia-a-dia mostra que as pessoas também estão diretamente envolvidas nesse contexto e isso, por sua vez, gera conseqüências diretas na carreira de cada indivíduo. Hoje, não se concebe mais a idéia de que o desenvolvimento deve ser relegado a um segundo plano e tampouco que o isolamento não prejudicará a empregabilidade. Pelo contrário, as pessoas precisam estar atentas ao que acontece ao seu redor e em constante processo de atualização. Um dos recursos que os profissionais contam é o chamado networking ou rede de relacionamentos.<br />
Segundo Neusa Hirota, gerente de desenvolvimento da Votorantim Industrial e consultora especialista em networking, para se construir uma boa rede de relacionamentos, é preciso respeitar quatro premissas: seletividade, respeito, interesse genuíno e reciprocidade. “Respeitadas as proporções em relação ao mundo corporativo, uma boa rede representa acesso a mais informações, a melhores decisões, a melhores oportunidades e maior competitividade profissional”, afirma. Em entrevista concedida ao RH.com.br, a consultora explica ainda que para cada pessoa existe uma forma diferenciada de formar um bom networking.</p>
<p>Neusa Hirota ministrará a palestra “Networking e Inteligência Social: Crescendo Através dos Relacionamentos”, durante o 2º ConviRH - Congresso Virtual de Recursos Humanos, promovido pelo RH.com.br - que acontecerá no período de 15 a 30 de maio próximo. Esse é um tema que merece a atenção de qualquer profissional que deseja sobreviver à competitividade acirrada do mercado globalizado. Boa leitura!</p>
<p>RH.COM.BR - O que podemos chamar de um networking eficaz para um universo corporativo onde a Globalização faz-se sempre presente?<br />
Neusa Hirota - A Globalização trouxe mudanças incríveis para o cenário corporativo. O que ocorre do outro lado do mundo impacta não só as bolsas de valores, mas em vários setores econômicos no instante seguinte. A perspectiva de um determinado negócio ao acordarmos pode ser totalmente diferente daquela de quando formos dormir e vice-versa. Não há mais efeitos isolados no mundo dos negócios, o que torna os networkings um valioso patrimônio. As empresas que têm boas redes de informações - business intellligence - e capital social - no caso corporativo, pessoas competentes, conectadas e emocionalmente inteligentes - tem um grande diferencial competitivo.</p>
<p>RH - Para os profissionais, qual a importância de se manter uma boa rede de relacionamentos?<br />
Neusa Hirota - Respeitadas as proporções em relação ao mundo corporativo, uma boa rede representa acesso a mais informações, a melhores decisões, a melhores oportunidades e maior competitividade profissional. Ascender na carreira, principalmente a funções executivas e estratégicas, não se sustenta na competência técnica do profissional. Agora, prevalece como esta pessoa constrói relacionamentos consistentes que contribuam para o enriquecimento de seus conhecimentos, informações, exposição e vivência. O valor das redes ao executivo foi tema de matéria da revista Exame em abril de 2006. As redes sociais já têm valor tão reconhecido que escolas como Harvard, Stanford e Wharton oferecem programas de doutorado dedicadas ao tema. Quando ministro palestras sobre o tema, procuro dar dicas e ensinar uma maneira sistemática para se criar, selecionar e alimentar uma boa rede de relacionamentos. Os resultados são mais produtivos se tomamos decisões baseados em objetivos claros.</p>
<p>RH - Há pessoas que acreditam que um bom networking é apenas manter uma listagem atualizada de contatos e alimentar uma via unilateral. O que a Sra. pensa sobre isso?<br />
Neusa Hirota - Hoje em dia, com o aumento de contatos e informações que nos chegam por vários meios, colecionar endereços sem cultivar relacionamentos com seus donos é, na melhor das hipóteses, duplicar uma lista telefônica. Muitos acreditam que networking é encaminhar e-mails com piadas - copiando muita gente, distribuir e recolher cartões indiscriminadamente ou buscar velhos conhecidos num momento de necessidade. Perda de tempo para todos os envolvidos. A demanda de todo profissional aumentou devido à velocidade com que as informações passaram a fluir, principalmente depois da Internet. Ser seletivo é questão de sobrevivência. Toda semana recebo currículos de totais desconhecidos, que devem ter obtido meu endereço ou e-mail de alguma listagem ou mala direta. Alguns se dão ao trabalho de redigir uma pequena apresentação de seus objetivos. Outros, além de enviar a mensagem em cópia oculta - ou seja, para vários destinatários ao mesmo tempo, sequer fazem uma apresentação simpática. Qual o valor disso? Zero.</p>
<p>RH - Então, para se manter um networking eficaz, o profissional também deve estar disposto a doar algo de si?<br />
Neusa Hirota - O dia continua a ter 24 horas. Construir e manter uma boa rede tem quatro premissas: seletividade, respeito, interesse genuíno e reciprocidade. Um networking é como uma conta corrente em que uma iniciativa sua, seja contato, demonstração de interesse ou oferta de ajuda representam um depósito. Mas se for pedir um favor ou ajuda, fará dois saques. Atitudes como cancelar encontros de última hora, expor o contato a situações constrangedoras, usar ‘o santo nome da pessoa em vão’ representam mil saques. Claro, a maioria de nossos contatos será de conhecidos, os contatos superficiais com quem nós interagimos no trabalho, eventos, entre outros. Estes não são partes de sua rede, são a lista telefônica ou as páginas amarelas que você poderá consultar ocasionalmente. Mas não espere deles reciprocidade ou atenção se não houver um verdadeiro relacionamento estabelecido.</p>
<p>RH - A networking exige dinamismo?<br />
Neusa Hirota - Sem dúvida. Dinamismo e iniciativa para manter e cultivar relações. Planta-se para colher e não o contrário.</p>
<p>RH - Qual a melhor forma de se iniciar uma boa rede de relacionamentos?<br />
Neusa Hirota - Não há forma melhor ou pior, há a forma que melhor atende a cada um. Para alguns, pode ser por meio de familiares. Para outros, mantendo vivas as relações do colégio e universidade. Há quem desenvolva uma boa rede participando de grupos profissionais - muito comum na área de Recursos Humanos. É importante atentar que apenas ter contato, trocar cartões, não representa incluir alguém na rede de relacionamentos. Reforço as premissas da rede: seletividade, respeito, interesse genuíno e reciprocidade.</p>
<p>RH - Quais as ferramentas mais importantes para se manter um networking?<br />
Neusa Hirota - Um bom networking tem de ter ser organizado. A tecnologia ajuda muito: há scanners para cartão de visitas, o outlook permite vários registros sobre o contato, os palms, blackberries e computadores de mão permitem acesso o tempo todo. Na Internet, há vários sites que permitem organização de contatos, comunicação instantânea -messengers, exposição pessoal - blogs e comunidades, bem como redes profissionais virtuais, caso do Linked In, o mais conhecido deles. Mas, o principal continua a ser o contato ou toque pessoal - e equipamento ou site algum podem substituir isso.</p>
<p>RH - Quais as dificuldades mais comuns que as pessoas encontram para manter uma rede de relacionamentos eficaz?<br />
Neusa Hirota - Em geral, tempo e interesse genuíno. Tempo porque as prioridades são muitas, o dia continua a ter 24 horas e, às vezes, é difícil conciliar agendas. Interesse genuíno porque sem freqüência, os contatos tornam-se superficiais e fica difícil conquistar familiaridade com alguém. É totalmente diferente perguntar a alguém “Como está fulano?” - chamando a pessoa pelo nome - e “Como está sua mulher, marido ou filho?”. Daí minha ênfase na seletividade. Não se pode agradar e nem contatar a todos ao mesmo tempo, sob o risco de não se fazer outra coisa. Um e-mail enviado vai gerar respostas, que irão requerer retorno seu. Imagine, tentar alimentar uma rede de relacionamentos com 100, 500 pessoas com interesse genuíno e reciprocidade?</p>
<p>RH - Que futuro você imagina para quem não valoriza uma rede de relacionamentos?<br />
Neusa Hirota - Sem dúvida, menos oportunidades e informações, mas o que vale é a medida de interações que cada um necessita para se sentir feliz. Nesses anos de prática consciente de networking, tenho recebido tantas oportunidades e conhecido tantas pessoas extraordinárias, que abandonar a prática seria como retirar significado de minha vida. Mas como todo exercício ou ginástica, seu valor fica mais claro depois que se começa a prática. E sempre haverá quem viva achando que está bem sem ela.</p>
<p>Serviço:<br />
2º ConviRH - Congresso Virtual de Recursos Humanos<br />
De 15 a 30 de Maio de 2008<br />
Clique aqui para mais informações: www.convirh.com.br</p>
<p>Patrícia Bispo<br />
Jornalista responsável pelo conteúdo da comunidade virtual RH.com.br.</p>
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		<title>Até que ponto a busca pelo conhecimento afeta você? </title>
		<link>http://naelson.meublog.org/2008/06/11/ate-que-ponto-a-busca-pelo-conhecimento-afeta-voce/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 03:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Anderson Hernandes  
Dizem que vivemos numa era como nunca vista antes - a Era da Informação. Existe informação disponível sobre tudo e todos a qualquer momento. São blogs, vídeos, artigos, revistas, cursos de todo e qualquer assunto que se possa imaginar e necessitar. Diante disso, a difícil pergunta que surge é: O que, onde, [...]]]></description>
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<p>Dizem que vivemos numa era como nunca vista antes - a Era da Informação. Existe informação disponível sobre tudo e todos a qualquer momento. São blogs, vídeos, artigos, revistas, cursos de todo e qualquer assunto que se possa imaginar e necessitar. Diante disso, a difícil pergunta que surge é: O que, onde, como, por que e para quê vou precisar aprender algo novo?<br />
Talvez não nos apercebamos disso de modo tão pleno, mas toda essa enxurrada de informação e conhecimento disponível transformou a nossa vida, levando-nos por um caminho sem volta. Não podemos mais nos dar ao luxo de não absorver novas informações. Se não atualizarmos constantemente nosso conhecimento, seremos substituídos por aqueles que o fazem. Na verdade, o processo de aprendizado passa a ser contínuo, onde mal terminamos de estudar algo novo e quase sempre temos de atualizar o que aprendemos.</p>
<p>Você cursou a faculdade? Sinto ao dizer-lhe que isso não lhe prestará para muita coisa. Talvez até 2/3 de todo o conhecimento adquirido numa faculdade já estará desatualizado no momento em que se formar.</p>
<p>Acha exagero? Pois não é. O que você tira de real proveito num curso de graduação é a melhoria na capacidade de absorção de novos conhecimentos, na capacidade de análise crítica e a síntese da profissão escolhida. Isto é, se estudou direito, ao sair da faculdade terá subsídios para aprender algo realmente aplicável sobre direito. O mesmo se dá em outras áreas. Se não, para que serviriam os programas de trainee? Então não vá “se achando”, só porque fez uma faculdade, porque isso não é um passaporte para o sucesso, é apenas um passo na tentativa de evitar o fracasso profissional.</p>
<p>Em outro aspecto da gestão individual do conhecimento, devemos notar que as grandes empresas querem saber o que e onde você cursou a sua faculdade. As instituições de primeira linha, compostas por, na sua maioria, “filhinhos de papai”, formam uma fila de profissionais que disputarão as mesmas vagas de trainee que você disputará. Se a sua faculdade não for de primeira linha, a única vantagem que você tem sobre seus concorrentes é que, enquanto você estudava com afinco e anotava cada palavra que seu professor colocava naquele quadro negro com giz, os outros estavam sentados em salas climatizadas, navegando no Orkut através da rede wireless da faculdade enquanto o professor, utilizando-se de recursos de última geração, fazia uma chata aula expositiva.</p>
<p>E o que dizer do MBA? Se você ainda não acrescentou essas três siglas no seu currículo, pode ter certeza de que perderá 1/3 de todas as chances de conseguir um bom emprego. Hoje, todos desejam uma especialização. A má notícia é que quase todos podem ter. Entre MBAs em gestão disso e daquilo, podemos fazer uma lista com uns cem nomes diferentes. Não se surpreenda se em pouco tempo surgir MBA em Gestão do Lar ou MBA da Criação de Filhos, porque quase tudo em pós-graduação que vier depois da sigla tornou-se um apelo da faculdade pela busca de novos alunos.</p>
<p>A melhor especialização que existe é o “MBA da vida”. É aquele em que aos 14 anos você já trabalha, estuda e não ganha mesada. É aquele onde você “ralou” fazendo de tudo e, aos 18 anos, depois de limpar todas as suas economias da poupança, conseguiu comprar aquele fusca com motor quase fundido e funilaria por fazer. Isso sim é MBA. O resto vai lhe acrescentar mais conhecimento perecível e vai lhe trazer benefícios também perecíveis. O “MBA da vida”, entretanto, lhe trará benefícios duradouros.</p>
<p>Acho incrível como as pessoas sonham com o sucesso que um certificado de curso superior possa dar. As próprias faculdades usam palavras como “realização, sucesso, superação e conquista”. Porém, passados os anos de estudo, você sai do sonho e chega à realidade, que aparece, na verdade, bem diferente daquele sonho. Descobre-se, então, que tudo aquilo não passava apenas de ilusão. Quantos estudantes de direito vislumbram a possibilidade de serem juízes, promotores e outros cargos desejáveis, mas ao se formarem sequer conseguem passar no exame da ordem?</p>
<p>De quem é a culpa de tudo isso? A culpa é de todos. Leia-se “todos”, o mercado, a concorrência, os facilitadores do conhecimento, a tecnologia, nós e até o seu cachorro. É, até seu bicho é culpado por tudo isso. Pois hoje tem psicologia, massagem, acupuntura, escovação e dezenas de outros cuidados para o seu animal. Por quê? Porque os cachorros já não são mais como antigamente. Eles têm vontade própria, sentimento, são emotivos e são tratados como gente. É por essas e outras mudanças que as coisas estão tão difíceis no mercado de trabalho, pois a maioria dos profissionais é ensinada a ver o mercado como ele foi e não como é.</p>
<p>Um exemplo clássico disso são os cursos de profissões regulamentadas. Eles formam dentistas, médicos, advogados, psicólogos e não médicos-empresários, dentistas-empreendedores, advogados-administradores. Aí a faculdade despeja todos os anos milhares de profissionais que, nos melhores casos, só sabem cuidar de dente, de doença, de leis, mas não de finanças, negociação, precificação ou administração.</p>
<p>E o que o futuro nos reserva? Não sei, mas uma das coisas de que tenho certeza é que a concorrência profissional vai aumentar a cada dia. Aliás, já estou tomando meus cuidados porque vejo que se não me atualizar logo, em pouco tempo perderei meu emprego para minha própria filha, que hoje tem três anos.</p>
<p>Minha preocupação é justificável por diversos fatores. Meu primeiro contato com um telefone celular se deu aos 22 anos, a Internet aos 23, câmera digital aos 28 anos, voip aos 30 e Youtube no mês passado. Já a minha filha com três anos de idade fala ao celular, tira foto com a câmera digital, usa o controle remoto, DVD, home theater e, ao utilizar o Skype exige a web cam. Só não usa a Internet, porque não sabe ler e escrever. No meu tempo, desenho animado era Pateta, Pato Donald, Mickey Mouse e semelhantes. Hoje eu só a ouço falar em Backyardgans, Lazytowne Clifford e Barney. Onde é que vamos parar? Acha exagero? Pode achar o que for, mas é certo que você deve tomar cuidado.</p>
<p>O que, afinal, o mercado quer de nós? Ele quer profissionais multi-qualificados, multi-tarefeiros, multi-habilidosos, poliglotas, que sabem trabalhar sob pressão, que buscam resultados. Que não precisam dormir, sem problemas emocionais, inteligentes, que sabem se vestir, falar, ouvir, sentir, compreender e se fazer ser compreendidos, ágeis, com todo o tempo livre, abertos a mudanças, atualizados no conhecimento, ao mesmo tempo especialista e generalista, com visão sistêmica, adaptáveis, honestos e com perfil de liderança. Só isso! Portanto, pare e reflita: Até que ponto a busca do conhecimento afeta você?</p>
<p>Anderson Hernandes<br />
Palestrante e Consultor Especialista em Marketing.<br />
http://www.rh.com.br/ler.php?cod=5053&#038;org=2</p>
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		<title>Sou responsável pelo meu sucesso? </title>
		<link>http://naelson.meublog.org/2008/06/11/25/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 03:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Camila de Paula Paz Leme  
Diante das crescentes transformações que surgem no mercado e da busca das empresas pela modernização, há a exigência de que seus profissionais tenham um alto grau de escolaridade e conhecimento. Que possuam várias habilidades e competências, dentro de um processo constante de atualização e reciclagem, a fim de manter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camila de Paula Paz Leme  </p>
<p>Diante das crescentes transformações que surgem no mercado e da busca das empresas pela modernização, há a exigência de que seus profissionais tenham um alto grau de escolaridade e conhecimento. Que possuam várias habilidades e competências, dentro de um processo constante de atualização e reciclagem, a fim de manter a sua empregabilidade.<br />
Todos os dias acontecem evoluções tecnológicas, científicas e conceituais. Estas mudanças ou inovações afetam profundamente as organizações. Esta instabilidade mercadológica exige que os profissionais se conscientizem de que não basta mais ser um empregado fiel e disciplinado. Não é suficiente cumprir horários e desempenhar suas tarefas rotineiras com perfeição, mas é preciso ter diferenciais, acompanhar as mudanças organizacionais e ter atratividade para o empregador.</p>
<p>As empresas valorizam profissionais com iniciativa, flexibilidade e com diversas habilidades; exigem um alto padrão de qualificação e desempenho. A mão-de-obra torna-se uma vantagem competitiva primordial para manter a empresa no mercado. Desta forma, observa-se que as empresas procuram profissionais qualificados, muito além do suficiente, para fazer parte de seu quadro funcional, de modo a torná-las competitivas.</p>
<p>A autogestão da carreira tem um papel importante neste contexto. Ainda encontramos profissionais que delegam suas carreiras à empresa. Aguardam por treinamentos, programas de desenvolvimento, cursos e incentivo à educação. Assim, se a organização passar três anos sem oferecer nada, este profissional ficará por este mesmo período desatualizado e, possivelmente, ainda culpará a empresa pelo seu fracasso profissional. É preciso reconhecer que há muita gente buscando vagas e que as empresas buscam sempre os melhores e mais bem preparados, descartando aqueles que ficam estagnados.</p>
<p>Nos tempos de hoje os profissionais de sucesso investem em suas carreiras. Eles têm consciência sobre sua responsabilidade no sucesso ou fracasso. Independente de estar empregado, ele procura desenvolver seu “produto” e depois o oferece às empresas; estas decidem ou não comprá-lo. O perfil do profissional generalista é o que se busca. Aquele que possui a visão do negócio e das diversas áreas das organizações, pois tudo está interligado.</p>
<p>O emprego vitalício, aquele que garantia a estabilidade profissional dentro de uma única organização, está desaparecendo. Os profissionais, cada dia mais, devem estar atualizados e aprimorando suas competências. Os empregos estão sofrendo alterações quanto ao seu perfil, devido à implantação de horários mais flexíveis, terceirização de serviços, parcerias, entre outros. Isto exige que o profissional tenha flexibilidade e facilidade de adaptação, bem como saiba desenvolver múltiplas habilidades, para se manter empregado.</p>
<p>É importante observar no dia-a-dia oportunidades de desenvolvimento, como por exemplo: atender diretamente um cliente para conhecer sua visão em relação aos produtos e valores; conduzir reuniões, dirigir grupos e/ou associações; fazer esportes em grupo, enfim, tirar proveito de todas as situações possíveis. Há uma frase, da qual gosto muito: “a sorte é o encontro da oportunidade com a competência”; e me parece o relato real de que o sucesso não cai do céu.</p>
<p>No livro Empregabilidade: como ter trabalho e remuneração sempre, Minarelli relata, muito claramente, que a carreira é de responsabilidade do profissional e ele é quem deve administrá-la. É a ele que pertence o controle, a avaliação e a busca por melhores empreendimentos na qualificação. O autor descreve que a empregabilidade é sustentada por seis pilares: adequação vocacional, competência profissional, idoneidade, saúde física e mental, reserva financeira e fontes alternativas e relacionamentos.</p>
<p>Com certeza muitos leitores devem ter o seguinte pensamento: mas para eu conseguir ter sucesso, preciso ter dinheiro para investir em ótimos cursos e especializações para aprimorar meus conhecimentos. Acredito que isto é fundamental para o sucesso de uma carreira, mas hoje temos acesso fácil à informação e conseguimos adquirir muito conhecimento e estar atualizado via Internet.</p>
<p>Se o que escolheu para sua carreira é o que ama de paixão, isso faz com que a vontade de ir atrás, ter iniciativa e não esperar por nada e ninguém, aconteça. A caminhada no parque, a alegria, a consciência pela importância de qualidade de vida garantem uma boa saúde. As participações em fóruns, associações, grupos de profissionais, congressos, além de proporcionarem conhecimento, aumentam e fortalecem redes de relacionamento. Somando todas estas atitudes, a conseqüência é a empregabilidade. É preciso compreender que não basta ter o pensamento de sobrevivência, mas de crescimento constante.</p>
<p>Camila de Paula Paz Leme<br />
Graduada em Administração pela Universidade Estadual de Londrina, Especialista em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional pelo INBRAPE/FECEA.<br />
 http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4968&#038;org=2</p>
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		<title>Só sendo você&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 12:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
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		<title>DANIEL GODRI Conseguindo Realização Pessoal no Trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 11:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
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		<title>VISÃO</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 11:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>

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Quando um processo de mudança deu errado, certamente não houve a visão do futuro. Roni Chittoni. 
Fonte: www.chittoni.com.br/?p=780
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<p>Quando um processo de mudança deu errado, certamente não houve a visão do futuro. Roni Chittoni. </p>
<p>Fonte: www.chittoni.com.br/?p=780</p>
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		<title>SUCESSO</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 11:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
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		<title>INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 10:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
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		<title>Ler devia ser proibido&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 03:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
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		<title>Um dia você aprende&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 21:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Naelson Ceuta</dc:creator>
		
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